Sonhos, Vida, Realidade.

É engraçado como a gente corre
Como a gente vive
Sem jeito pra viver
Como a gente sonha
Sem tempo de sonhar.

Estamos sempre imersos no caos
Sonhando com dias azuis
Dias tão quentes e incertos,
Enquanto os dias cinzas trazem o frio
Que envolve os corpos imersos em sono.

Estamos sempre fugindo da gente
Com medo de nossa própria solidão
Da miséria de nossas escolhas
Dos nossos modos desconfortáveis
Que desmascaram qualquer ilusão
Sobre quem somos
Quando a platéia voluntária
Não nos vê.

Comentários

  1. Esse poema toca fundo em nosso cotidiano.

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    Respostas
    1. Muito obrigado, companheiro. Fico contente que tenha se sentido tocado.

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