A Hora

O silêncio e a contemplação dão espaço,
Seguem incertos - sinuosos caminhos.
É um tempo novo de sinceros afetos,
De entregas sutis e graduais,
Das escolhas acertadas
E gestos mínimos…


É chegada a hora dos afetos,
Dos detalhes e da vida em movimento,
Da calma para além da contemplação,
Dos sorrisos para além das bocas,
Da sinceridade na entrega,
Nos olhares leves e discretos…


É chegada a hora de ver
Para além do julgamento
Dos que nada captam ou sentem,
Se abstém e afastam,
Acusam e escondem
Seus medos e fraquezas.


É chegada a hora dos afetos
No coração de quem se permite ser apenas…
Quem olha nos olhos e divaga
Sobre um horizonte infinito de incertezas.

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