O Contraste

Corre o sol sem poesia
No dia inconstante e passivo.
Esqueço o tempo do meu despreparo,
Sonhando alto enquanto tropeço.

Marcham as horas da história sentida
E esquecida em um sutil abandono.
Abono os medos incontroláveis,
Contornando com o pensamento as dores de agora.

Vejo cabelos balançando ao vento.
Milhares de formas e sonhos
Transitando na cidade vivida
E embalada em saudades inquietas
De modernos sistemas e modos.

Comentários

Postar um comentário

Sinta-se à vontade para se expressar aqui. Ficarei contente com a sua participação.

Postagens mais visitadas deste blog

Contemplativo

Ano Velho, Ano Novo

O som do silêncio